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As
baterias livres de manutenção possuem uma espécie
de " labirinto " que faz a mesma função
das válvulas das baterias seladas (VLRA), para dificultar
a saída dos gases, fazendo com que boa parte destes se
condensem e retornem à composição do eletrólito.
Essas baterias tem uma menor sensibilidade à temperatura
em relação às baterias seladas (VLRA).
A vida útil de uma bateria livre de manutenção
de primeira linha, operando em regime de flutuação
(como por exemplo nos no-breaks) é de 2 a 3 anos, podendo
ser abreviada em função dos seguintes fatores
principais: temperatura de operação, regime de
recarga, profundidade de descarga, número de ciclos de
carga / descarga. |
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As "baterias seladas" são as mais usadas nos dias de
hoje para aplicações estacionárias. A bateria
selada emprega dióxido de sílica misturada com
o eletrólito de ácido sulfurico a fim de formar
um composto firme, retendo o elemento ativo em contato permanente
com as placas da bateria. Esse tipo de baterias emprega, como
um dos componentes principais, uma válvula reguladora
da pressão interna.
Destinada a aliviar o excesso de hidrogênio produzido
durante o processo de recarga do elemento, a válvula
impede que o oxigênio da atmosfera seja admitido na reação
química, o que prejudicaria o rendimento e a vida útil
do dispositivo. O gás produzido durante os ciclos de
carga e descarga são recombinados no interior do elemento
e retornam para a composição do eletrólito.
A baixa quantidade de gás liberado por uma bateria do
tipo VRLA, operando em condições normais de carga
e temperatura, é completamente livre de componentes corrosivos
e representa um volume quase desprezível quando comparado
com baterias ventiladas.
A vida útil de uma bateria do tipo VRLA de primeira linha,
operando em regime de flutuação (como por exemplo
nos no-breaks) é de 3 a 5 anos, podendo ser abreviada
em função dos seguintes fatores principais: temperatura
de operação, regime de recarga, profundidade de
descarga, número de ciclos de carga / descarga.
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